Bom dia! Sábado, 21 de Abril de 2018

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    16º Encontro Nacional dos Veteranos Especialistas da Aeronáutica

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    DIRETORIA EXECUTIVA:

    Presidente: Moysés Fontoura Barbosa
    Vice-Presidente: José Carlos Teixeira de Godoi

    DIRETORES DE FINANÇAS:

    1º Tesoureiro: Rubens Hernandes Martins
    2º Tesoureiro: Massakazu Kudamatsu

    DIRETOR SOCIAL:

    Diretor: José Roberto Pinto

    DIRETORIA DE ESPORTES:

    Diretor: Heraldo Nicolau da Silva

    CONSELHO DELIBERATIVO:

    Membros Efetivos

    Presidente: Flávio Freire Cardoso
    Vice: Clemar Jordão Gomes
    Membro: Maria Lúcia de Pauli

    Membros Suplentes

    José Carlos Machado Filho
    Pedro Emanuel Leite
    Ethevaldo Souza de Oliveira
    Notícias G1


    'Hostess' ouvidas pelo G1 falaram sobre as dificuldades do trabalho em casas noturnas. Especialista diz que assédio pode ter efeito devastador. Clara Santana acredita que falta união das mulheres contra o assédio Arquivo Pessoal "As mulheres que trabalham com eventos são um mero objeto para atrair lucro". O desabafo é feito pela estudante Clara Santana, de 20 anos, que atua no setor de eventos no litoral de São Paulo desde 2016. Relatos de diferentes mulheres que trabalham na área revelam uma importante faceta de um segmento que, com frequência, movimenta as casas noturnas: grande parte das profissionais já foram vítimas de assédio durante o trabalho. Segundo as 'hostess' ouvidas pelo G1, a contratação de jovens que passem uma ideia de beleza e sensualidade para os clientes é estratégica para alavancar o faturamento das baladas. O grande problema, porém, é quando isso vem acompanhado do assédio masculino. Clara, por exemplo, conta que já foi beijada à força três vezes em uma única noite. Número de assédios contra mulheres no Brasil Infografia: João Amaro/G1 Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, durante o ano passado, foram registrados mais de 57 mil casos de assédio. Para a estudante, no caso das meninas que trabalham durante a noite, o problema começa já na hora da seleção das candidatas. "A beleza influencia em muitos casos. No processo de seleção, por exemplo, é frequente pedirem imagens de corpo inteiro. Não mando porque não gosto. Não estou ali para ter o meu corpo observado", desabafa. Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) reforçam o quanto situações como as enfrentadas por Clara são comuns. Segundo a OIT, 52% das mulheres economicamente ativas já foram assediadas sexualmente. No caso das que trabalham em eventos – de quem, com frequência, exige-se que se mostrem atrativas –, esses números são ainda maiores. Raphaella Mello trocou as baladas convencionais pelas festas LGBT: 'Aí, o corpo não é um aperitivo' Arquivo Pessoal Sem denúncia Raphaella Mello, de 23 anos, trabalha em eventos desde 2015. Ela também relata que já passou por algumas situações de assédio nas casas noturnas da Baixada Santista. “Nunca denunciei casos assim. Acho que pensamos que, para denunciar, precisam ter feito algo conosco fisicamente. Esse foi o jeito como fomos ensinadas, ou seja, só denunciamos quando as coisas chegam ao extremo”, diz. Segundo Raphaella, nunca houve orientação por parte de organizadores sobre como ela deveria lidar com a situação. “Por conta do meu jeito, e do fato de já ficar na defensiva com esse tipo de situação, os seguranças acabam me ajudando”. Além de frequentadores, ela conta que também já acabou sofrendo assédio de um segurança de uma casa noturna. No início da carreira, Raphaella passou por um episódio que considera traumático. “Quando fui distribuir tequila, um menino e o amigo dele passaram a mão em mim. Fiquei muito nervosa e comecei a discutir. Um deles pegou a carteira e me perguntou quanto eu cobrava. Me senti muito ofendida, extremamente objetificada e muito mal’’, relata. Para driblar o assédio, atualmente, Raphaella só trabalha em festas LGBT. Ela diz que, nesse tipo de balada, a exposição do corpo não é tão necessária. “O corpo não é um aperitivo. Então, me sinto mais à vontade e segura. Também pode ocorrer assédio, mas é menos frequente. As pessoas precisam entender que nada dá o direito de encostar em uma mulher sem sua permissão. O machismo é tão enraizado que acabam não percebendo que estão reproduzindo isso”, afirma. Laryssa Catarino diz que é preciso saber diferenciar os elogios do assédio verbal Arquivo Pessoal Assim como Raphaella, Laryssa Catarino dos Santos, de 20 anos, nunca denunciou os assédios que sofreu. “Eu não via o abuso verbal como um assédio brutal. Claro, se houvesse algo mais grave, denunciaria”. Ela começou a trabalhar em eventos na Baixada Santista aos 16 anos. Hoje, mora na Irlanda e não atua mais nessa área. Mesmo fora do país, ela considera importante falar sobre os abusos que sofreu quando trabalhava na área. “Quando se trabalha em eventos, é preciso saber diferenciar os elogios do assédio verbal. Dizer que a mulher é bonita ou simpática não tem nada a ver com falar ‘nossa, que gostosa, pode passar o telefone?’. São coisas totalmente diferentes”. Para ela, os assédios verbais abalam o emocional. “É o nosso trabalho, e não estamos ali para aparecer ou mostrar o corpo, como dizem”. Efeito Devastador A coordenadora de Políticas Públicas para a Mulher da Secretaria de Defesa da Cidadania de Santos, Diná Ferreira Oliveira, explica que o assédio no trabalho é uma coisa extremamente delicada, porque envolve hierarquia. Isso torna mais difícil a denúncia. “As vítimas têm medo de perder o emprego, do qual dependem ou para o qual se prepararam a vida inteira para alcançar. O assédio sexual e moral nesse ambiente é devastador para a mulher, porque envolve sua estrutura e sua carreira”. Diná argumenta que o machismo nas empresas embute a ideia de que a culpa é sempre da vítima. “Independe da roupa ou do jeito. A culpa nunca deve ser colocada na mulher”. Ela afirma que as denúncias não correspondem nem à metade dos casos. Para a coordenadora, já existe uma posição cultural de que a mulher é um produto, quando se trata da atuação em eventos. Ela aponta que há situações que não justificam, mas favorecem o assédio. “Infelizmente, por uma questão de cultura, alguns homens acreditam que estar com uma roupa curta ou decotada é estar pedindo. E as mulheres acham que se denunciarem não vão mais conseguir trabalho”, lamenta. (*) Sob supervisão de Alexandre Lopes, do G1 Santos Assédio sexual e moral no local de trabalho é devastador para a mulher, afirma Diná Oliveira Arquivo Pessoal

    Outros dois cachorros já estavam mortos. Animais podem atingir 80 km/h e são disputados para participar de competições.  Cães Galgo Italiano foram encontrados em condições de maus-tratos em Praia Grande, SP Ao menos seis cães Galgo Italiano em condições de maus-tratos foram resgatados de uma residência em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na sexta-feira (20). Dois animais foram encontrados mortos. A polícia suspeita de que o local era usado como criadouro clandestino para reprodução e comercialização da raça. Vizinhos acionaram equipes da Polícia Militar Ambiental (PMA) após sentirem um forte odor de podridão proveniente do imóvel, que fica na Rua Guiana Francesa, no bairro Guilhermina. Eles suspeitavam que o proprietário estivesse morto dentro da casa, já que não era visto há pelo menos duas semanas. Animais de raça rara foram localizados em criadouro ilegal em Praia Grande, SP Divulgação/PMA Sem entrar na propriedade, os policiais conseguiram notar os cães em aparente estado de desnutrição e desidratação em um dos cômodos. Imagens foram captadas e, em seguida, levadas para o delegado plantonista da área, que permitiu a entrada da equipe no imóvel, após o arrombamento de cadeados. Na casa, os agentes não encontraram o proprietário do imóvel, mas depararam-se com os cachorros, assustados e sem qualquer tipo de alimentação ou fonte de água, em um local insalubre. Em um corredor, eles localizaram a ossada de um cão e, dentro de um cômodo trancado, outro animal em decomposição. Seis cães foram encontrados em condições de maus-tratos em Praia Grande, SP Divulgação/PMA Equipes da Vigilância Sanitária e do Departamento de Zoonoses também foram ao imóvel e constataram, com veterinários, as condições críticas às quais os animais eram submetidos. Todos os cachorros vivos foram apreendidos pela polícia e levados para tratamento em um centro especializado na cidade. O proprietário do imóvel, que não havia sido localizado até este sábado (21), será multado R$ 30 mil pela Polícia Militar Ambiental. Na Polícia Civil, ele também vai responder a um inquérito sobre crime ambiental. O local, agora, é alvo de uma investigação para saber se, de fato, funcionava como criadouro ilegal. O Galgo Italiano é considerado uma raça nobre entre os cães com habilidade para caça. O animal é capaz de atingir 80 km/h e, por isso, é bastante disputado entre pessoas que participam de competições de velocidade. Quando comercializado de maneira legal, ele pode ser vendido por mais de R$ 4 mil. Cães Galgo Italiano foram resgatados por policiais militares ambientais Divulgação/PMA

    Um ano após alçarem voo como dramaturgos ao embeberem a obra do compositor carioca Sidney Miller (1945 – 1980) no lirismo filosófico que pautou o texto ficcional do espetáculo Deixa a dor por minha conta (2017), Hugo Sukman e Marcos França dão rasante pela vida e obra de Nara Leão (7 de junho de 1989 – 19 de janeiro de 1942). Encenado com recursos modestos, na base da cooperativa, o musical Nara – A menina disse coisas – em cartaz de sábado à segunda-feira no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), cidade em que a cantora de origem capixaba se criou desde a infância – segue o formato dos espetáculos memorialistas de cunho biográfico. No caso, com a intenção louvável de lembrar em cena a voz emblemática de Nara Leão, interpretada em cena pela atriz Aline Carrocino, produtora (em parceria com o diretor musical Guilherme Borges) do musical idealizado por Christovam de Chevalier. Pelo fio de voz de Nara Leão, passou boa parte da história da MPB criada nos festivais da canção – até porque o primeiro álbum da cantora, Nara (1964), pode ser considerado o precursor dessa MPB por ter quebrado barreiras ao reunir no repertório músicas de compositores associados à gênese da Bossa Nova, de sambistas situados geograficamente e/ou ideologicamente nos morros cariocas e de nomes daquela MPB que emergiria a partir de 1965, como Edu Lobo. Bem menor do que a grandeza de Nara como intérprete e ativista (in)voluntária, essa voz amplificou todo um inconformismo com o Brasil da época. Nara não somente cantou e protestou através da música. Ela também falou e disse, em bom português, o que acontecia nos porões do país. A propósito, o próprio título do espetáculo, A menina disse coisas, vem de poema, Apelo, escrito em 1966 por Carlos Drummond de Andrade (1902 – 1987) para sensibilizar os militares que haviam pedido a prisão da artista. A atriz Aline Carrocino no musical 'Nara - A menina disse coisas' Divulgação / Janderson Pires Com tom muitas vezes narrativo e cenas que representam flashes de acontecimentos da vida da artista, o texto de Sukman e França parte de lapso de memória de Nara ao participar de show de Carlos Lyra na década de 1980, quando dava voz à canção Primavera (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes), obra-prima da trilha sonora do musical Pobre menina rica, lançada em disco em 1964, mas apresentada por Nara com Lyra em 1963, em show teatralizado. Sintoma do tumor no cérebro que tiraria Nara de cena em 1989, o lapso de memória é o gancho dramatúrgico usado pelos autores para a exposição do fluxo de lembranças e de músicas do repertório de Nara. Longe do mimetismo que costuma impressionar espectadores de musicais de teatro, Aline Carrocino dá voz e vida a Nara com poucos matizes, aumentando o tom somente ao denunciar a violência cotidiana do regime militar em discurso inflamado que provoca alta voltagem emocional na plateia pela assustadora similaridade com acontecimentos da atualidade. Sob direção de Priscila Vidca, Carrocino divide a cena com Marcos França, dramaturgo que assume o papel de único ator do musical, se revezando sem nuances em múltiplos papéis masculinos. Sem aprofundamentos, o texto retrata os vaivéns musicais e pessoais de Nara, mostrando a inquietude que levou a cantora a nunca fazer o que se esperava dela. Rotulada a contragosto como Musa da Bossa Nova (ou Muda da Bossa Nova, como alfinetavam cantoras concorrentes), Nara somente se reconciliou com o cancioneiro do banquinho/barquinho e do violão no autoexílio em Paris, onde gravou álbum duplo, Dez anos depois (1971), com os standards do gênero. Em qualquer praia, Nara jamais se deixou enquadrar. Foi pioneira ao fazer um disco de duetos (Os meus amigos são um barato, lançado em 1977) – curiosidade omitida no texto – e rompeu barreiras ao irritar a elite da MPB quando dedicou um álbum ao cancioneiro então minimizado de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, ...E que tudo mais vá pro inferno (1978). Sem obviedade, o roteiro musical do espetáculo equilibra músicas associadas a Nara – como a sempre empática A banda (Chico Buarque, 1966), Lindonéia (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1968) e João e Maria (Sivuca e Chico Buarque, 1977), esta apresentada fora de contexto cronológico original – com temas surpreendentes, caso do samba Como será o ano 2000? (Padeirinho, 1983), gravado pela cantora em disco, Meu samba encabulado (1983), em que Nara confirmou o faro visionário que lhe fazia dar voz e aval a compositores então emergentes, como o bamba Luiz Carlos da Vila (1949 – 2008). Pela garra e paixão com que está sendo posto em cena no Teatro Ipanema, o encabulado musical Nara – A menina disse coisas merece atenção por jogar alguma luz sobre uma cantora que jamais se calou. (Cotação: * * 1/2)

    Gastro Beer, no próximo fim de semana (21 e 22) terá 70 expositores, tour e jogos cervejeiros com distribuição de brindes, shows de artistas de rua e oficinas infantis  Evento de cervejas que costuma ser realizado na Quinta da Boa Vista, Gastro Beer chega a Niterói Divulgação Cidade que acabou de regulamentar a Lei dos Cervejeiros, valorizando a fabricação artesanal no município, Niterói recebe, neste fim de semana (21 e 22), a primeira edição do Gastro Beer Rio. O evento, no Caminho Niemeyer, receberá um total de 30 cervejarias, sendo 17 de Niterói, além de 40 opções gastronômicas, entre food trucks e bikes. A programação inclui ainda tour e jogos cervejeiros com distribuição de brindes e oficinas infantis. Com entrada gratuita, o Gastro Beer Rio acontece das 14h às 22h. O evento conta com o apoio da Gráfica Veiga Soares, da Secretaria de Estado da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico, da Prefeitura de Niterói, do Caminho Niemeyer e apoio de mídia da Alpha FM. Artistas que costumam se apresentar nas rua do Rio ocuparão o caminho Niemeyer durante os dois dias do evento. As apresentações, que acontecem em toda a extensão do evento e em diversos horários, contarão com bandas como Mr Groove, Geração Flash Black e Mr Severin. Completam as atrações palhaços, malabaristas, estátuas vivas e músicos. Serviço: Data: 21 e 22 de abril de 2018 Horário: das 14h às 22h Entrada franca Local: Caminho Niemeyer- Avenida Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n Niterói, próximo ao Terminal Rodoviário João Goulart- Transporte: O evento promove a campanha: "VÁ DE TRANSPORTE PÚBLICO". Há ainda estacionamento privado (com taxa). Mais informações: https://www.facebook.com/gastrobeerrio/ http://www.gastrobeerrio.com.br

    Para se imunizar é necessário documento de identificação e, se possível, carteira de vacinação e cartão SUS. Vacina contra febre amarela Reprodução/EPTV Mais de 80 postos de saúde vão vacinar contra a febre amarela neste sábado (21), feriado de Tiradentes, na cidade de São Paulo. Os horários de atendimento variam entre 8h às 17h e 7h às 14h. Veja onde se vacinar neste sábado (21) Para se imunizar é necessário levar documento de identificação e, se possível, carteira de vacinação e cartão SUS. Até sexta-feira (20), 6.416.507 pessoas foram vacinadas na capital, representando 54,9% do público-alvo. A meta é imunizar 95% dos moradores de São Paulo até 30 de maio, data prevista para o término da campanha. Para localizar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência mais próxima do endereço onde mora, basta acessar a ferramenta Busca Saúde. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a vacina contra a febre amarela não é indicada para crianças menores de 9 meses de idade, gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e pacientes com imunodepressão de qualquer natureza, com câncer, com HIV, em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores) e submetidos a transplante de órgãos. Em caso de dúvida, é importante consultar o médico antes de se vacinar.

    Artista baiano se apresenta na festa neste sábado (21) e falou com exclusividade ao G1 sobre expectativas para a folia. Relembre momentos marcantes da carreira do cantor Netinho O dia 21 de abril de 2018 vai ficar marcado na história do cantor Netinho. Após enfrentar um grave problema de saúde, o artista se prepara para subir novamente em um trio elétrico. É a primeira vez que ele faz esse tipo de show desde que ficou doente, há cinco anos. A apresentação será feita neste sábado (21), na micareta de Feira de Santana, cidade que fica a cerca de 100 km de Salvador. Em entrevista exclusiva ao G1, o artista falou sobre a expectativa para voltar a cantar em trios. O desfile de Netinho está programado para sair às 21h45, no circuito Maneca Ferreira. A última vez que ele fez comandou foliões em trio foi no carnaval de 2013, no Rio de Janeiro. O artista de Santo Antônio de Jesus, cidade no recôncavo baiano, não esconde a ansiedade para puxar animar o folião pipoca. "Estou sentindo como se fosse a primeira vez, como se fosse a primeira puxada de trio da minha carreira!" Para ele, o trio elétrico tem um grande diferencial em relação ao palco porque proporciona um contato mais próximo com o público. "Está vindo uma galera de outras partes da Bahia, do Nordeste e do Rio de Janeiro, para sair junto comigo. Vai ser massa!", afirma, com empolgação. O cantor acrescenta que a banda está bem ensaiada e o repertório é composto principalmente por sucessos do axé music dos anos 90, tempos áureos da carreira dele [veja vídeo acima com momentos marcantes da trajetória do artista]. Netinho conta que a voz dele ainda está em processo de recuperação, entretanto, garante estar pronto para encarar o desafio de desfilar durante três horas na micareta de Feira. "Eu já me sinto bem, embora ainda sofra tontura constante, em qualquer posição que eu esteja. Isso me dá um pouco de desequilíbrio, mas estou me cercando de todos os cuidados para não ter risco nenhum", declara. Netinho tem liberação médica para fazer shows em trio elétrico desde o ano passado Foto: Divulgação/Assessoria Ele ressalta que tem liberação médica para fazer apresentação em trio elétrico, que costuma ter duração mais longa que um show comum. Netinho detalha que a grande preocupação da equipe multiprofissional que o acompanha é para que não sofra pancada na cabeça. "Fui operado três vezes na cabeça por causa dos AVCs que sofri. Não precisou abrir o crânio, pois o AVC atingu o cerebelo, na parte de trás da cabeça. Então, as cirurgias foram na cavidade da moleira e não foi fechada porque não se usa mais alumínio, ferro, acrílico, chapa, enfim, esses materiais, nesse tipo de procedimento", explica. Atualmente, a agenda de compromissos profissionais segue as possibilidades do artista, mediante autorização médica. Ele revela que desde o carnaval do ano passado já podia cantar em trio, mas preferiu se preservar um pouco mais. No carnaval deste ano, Netinho desistiu de participar da festa por falta de patrocínio. Enquanto a voz ainda está em recuperação, aos 51 anos, Netinho mantém o bom preparo físico. Ele pratica musculação de segunda a sexta-feira, faz aulas de boxe duas vezes por semana e de funcional uma vez. O cantor relata que mudou completamente a vida nos últimos anos. "Depois de tudo que passei, diminuí o ritmo e passei a cuidar mais da minha saúde e de mim mesmo." Netinho comenta que o trabalho artístico é muito desgastante, sob todos os aspectos. "No meu caso, o desgaste era multiplicado, porque além de cantar eu danço com balé no palco desde o início da banda Beijo", acrescenta. O cantor tem recebido muitas mensagens de apoio nas redes sociais, para o retorno aos trios elétricos, mas também de fãs preocupados com a saúde dele. "Não faço nada sem o consentimento dos meus médicos, podem ficar despreocupados. O povo me pede cuidado, mas eu estou bem e a minha missão é alegrar as pessoas. Então eu vou cantar enquanto tiver forças, seja em palco, trio, qualquer lugar". Histórico Em 2013 Netinho foi internado pela primeira vez, quando iniciou uma sequência de idas e vindas aos hospitais. Ele perdeu mais de trinta quilos, sofreu três AVCs, perdeu a voz, encarou a depressão e acreditou que havia chegado no fim da vida. Assumiu os problemas causados pelo uso de anabolizantes, encarou uma maratona de tratamentos e resistiu. Netinho passou um ano sem cantar, por causa dos problemas de saúde e ainda é acompanhado por profissionais de saúde. Netinho é um dos principaios nomes da música baiana Foto: Divulgação/Assessoria Netinho começou a carreira artística aos 16 anos, cantando em bares da capital baiana. Na época, ele abandonou a faculdade de Engenharia Civil para se dedicar à música. Em 1986, estreou no carnaval de Salvador como cantor da banda Beijo e ganhou notoriedade nacional no mesmo ano com a música 'Beijo na Boca'. Em 1993, ele decidiu seguir carreira solo e em 1996 emplacou o sucesso 'Mila', um dos maiores hits do axé music, que foi regravada em quase dez línguas. Em 2003, após vender milhares de discos, o cantor deu uma parada e depois de três anos voltou ao cenário musical.
    Sábado, 21 Apr 2018 09:00
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    O novo presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, ao lado do ditador Raúl Castro, que mantém controle do Exército e do Partido Comunista Cubano REUTERS/Alexandre Meneghini/Pool 1) O site independente 14yMedio critica a ascensão de Miguel Díaz-Canel ao posto antes ocupado por Raúl Castro em Cuba e traz um vídeo com depoimentos em que cubanos expõem suas expectativas do novo governo. Também no 14yMedio, a blogueira Yoani Sánchez relata a frustração de uma geração nascida e criada sob o castrismo. Na Foreign Policy, Melissa Chan mostra por que o único caminho diante de Díaz-Canel é aprofundar as reformas iniciadas por Raúl. No America’s Quarterly, Lidia Hernández-Tapia duvida que ele traga alguma mudança substantiva à ditadura cubana. Também no America’s Quarterly, William LeoGrande discute as dificuldades que Raúl legou a seu sucessor. O America’s Quarterly traz ainda um perfil dos principais líderes da nova geração cubanas, entre os quais Yoani e Díaz-Canel. Em estudo de 2007 para o Instituto Alemão para Estudos Globais e de Área (Giga), Bert Hoffman analisou o modelo sucessório peculiar adotado por Fidel Castro. 2) No site da Brookings Institution e em relatório detalhado, Richard Feinberg examina os desafios da economia cubana. O jornal oficial Granma exibe a visão do governo cubano para o futuro do país. Em discurso de 2016 publicado também no Granma, Raúl fez a defesa de suas reformas. Em reportagem de março, o Granma destacava a necessidade de ampliar o acesso a internet. O Motherboard noticiou no ano passado os métodos de censura digital usados pelo governo cubano, com base num relatório do Observatório Aberto de Interferência na Rede (Ooni). Um estudo de 2014 da Universidade da Cidade de Nova York (Cuny) descreveu a efervescência e os desafios da blogosfera independente cubana. O Miami Herald noticiou que Díaz-Canel pretendia fechar sites anticastristas. O La Red Cubana discute até que ponto ele disseminará mesmo o acesso à internet. Em seu relatório de 2018, a Human Rights Watch (HRW) condena as prisões arbitrárias e a ditadura cubana. O projeto Cuba Archive traz o balanço atualizado com todas as mortes atribuídas ao castrismo e um relatório com recomendações a respeito do desrespeito aos direitos humanos em Cuba. No Politico, Peter Kornbluh reconta a história do caso entre a jornalista Lisa Howard e Fidel e sua importância para arrefecer a crise entre Estados Unidos e Cuba durante a Guerra Fria. Céu de Damasco se ilumina durante ofensiva dos Estados Unidos na Síria no início do dia 14 de abril AP Photo/Hassan Ammar 3) Na Foreign Policy, Micah Zenko critica o ataque americano à Síria. Também na Foreign Policy, Borzou Daragahi afirma que ação dará força às milícias apoiadas pelo Irã que combatem os interesses americanos. Ainda na Foreign Policy, Colum Lynch e Elias Groll explicam como os governos americano e francês usaram evidências de redes sociais para atribuir o uso de armas químicas ao governo Bashar Assad e justificar o ataque com mísseis. Na Brookings, Daniel Byman imagina o que aconteceria se os americanos decidissem reduzir para valer a influência russa no Oriente Médio. Res Tillerson em pronunciamento após a notícia de sua demissão, no dia 13 de março Leah Millis/Reuters 4) Na New Yorker, Ronan Farrow narra os bastidores da queda do ex-secretário de Estado Rex Tillerson. 5) No FiveThirtyEight, Perry Bacon Jr. e Dhrumil Mehta mostram que o mapa eleitoral de 2020 nos Estados Unidos traz problemas demográficos de natureza distinta tanto para democratas quanto para republicanos. Mulher após prestar tributo ao lado do caixão do jornalista bielorrusso Pavel Sheremet durante velório em Kiev, na Ucrânia. Ele foi morto em seu carro num atentado a bomba Sergei Supinsky/AFP 6) Um minidocumentário do Projeto de Reportagem sobre Corrupção e Crime Organizado (OCCRP) investiga a autoria do atentado que matou o jornalista Pavel Sheremet na Ucrânia em 2016. 7) Um estudo de cientistas brasileiros e eslovenos publicado no repositório ArXiv analisou os 65 principais escândalos de corrupção brasileiros entre 1987 e 2014 e verificou como evoluíram as relações entre os 404 acusados ao longo desses 27 anos. O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tenta tocar berrante em Barretos, SP Érico Andrade/G1 8) Na Foreign Policy, Omar Encarnación constata que políticos conservadores latino-americanos têm imitado o discurso e a estratégia de Donald Trump. O Guardian traça um perfil crítico do deputado Jair Bolsonaro, pré-candidato à Presidência do PSL. Televisão em Wall Street exibe depoimento de Mark Zuckerberg no dia 10 de abril AP Photo/Richard Drew 9) O Guardian também traz um guia para entender a nova regulamentação a que empresas digitais como o Facebook estarão sujeitas na Europa. No Medium, Tobias Rose-Stockwell demonstra como é possível consertar as redes sociais. 10) Ainda no Guardian, Xan Rice narra o misterioso assassinato de uma jovem de 20 anos na Islândia, país com uma das menores taxas de homicídios no planeta. O poeta anglo americano Thomas Stearns Eliot em 1934, fotografado por Lady Ottoline Morrell Reprodução 11) Abril, o mais cruel dos meses, é tempo de reler o maior poema do século XX, The Waste Land, de T.S.Eliot, reproduzido (na íntegra, mas sem as notas do autor) no site da Poetry Foundation. No Times Literary Supplement, Phoebe Cripps conta que a obra inspirou uma exposição de arte em Cliftonville, na costa da Cantuária, local onde foi composta.