Boa Tarde! Quinta-feira, 16 de Agosto de 2018

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    RG DOS MILITARES DAS FFAA

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    FAB 2015 - Construindo o Futuro

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    1º Tesoureiro: Rubens Hernandes Martins
    2º Tesoureiro: Massakazu Kudamatsu

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    Vice: Clemar Jordão Gomes
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    Ethevaldo Souza de Oliveira
    Notícias G1


    Para o aniversário da capital do Piauí, o G1 reuniu histórias de artistas que moram na cidade e se inspiram para a produção dos seus trabalhos. Mapa mostra rotas para conhecer a arquitetura de Teresina Catarina Costa/G1 Em comemoração ao aniversário de 166 anos da capital do Piauí, nesta quinta-feira (16), o especial Teresina Inspira reúne histórias de pessoas que foram inspiradas pela cidade. É o caso dos arquitetos Mariana Fiúza e Alex Pajeú que, com ajuda de mais uma dezena de pessoas, criaram o mapa colaborativo In Surge, com dicas de passeios e lugares. Além das orientações de lugares para comer e beber, o mapa oferece quatro rotas a pé pelo Centro de Teresina. O arquiteto Alex Pajeú contou ao G1 que a ideia foi inspirada em cidades de outros países, onde guias turísticos acompanham visitantes em passeios apresentando os locais. Arquitetos se unem e criam mapas com dicas de rotas na cidade Reprodução/In Surge Mapa Colaborativo “Eu fiz intercâmbio e isso é muito comum fora do Brasil. Quando surgiu a ideia do mapa, eu sugeri que a gente adapta-se isso para nossa realidade e como no mapa já tem algumas informações, é um passeio que a pessoa pode fazer sozinha”, explicou. “Sou apaixonado pela cidade e o centro tem uma importância muito grande para ela, e lá existe a multiplicidade. Além do aspecto comercial, existe um aspecto cultural muito forte, existe arte e uma memória muito grande" O mapa fornece itinerários que passam por lugares históricos da cidade, como a Ponte Juscelino Kubitschek, e lugares novos, como a Praça Cultural Francisco das Chagas Júnior. A Rota das Memórias, segundo o arquiteto, é uma crítica às construções que são demolidas para dar lugar a estacionamentos. "Lá ainda se encontra algumas casas antigas que ajudam a imaginar como era a cidade, mas isso está cada vez mais difícil", disse. Uma das rotas passa pelo Igreja Matriz de Nossa Senhora do Amparo Catarina Costa/G1 Um exemplo citado no mapa é o da casa chamada "Dona Madalena", que em 2015 foi quase demolida para se transformar em estacionamento, mas depois da denúncia de um grupo de ativistas, que chegou a ocupar a casa, a demolição não aconteceu. Outra rota citada no mapa é a Matriz, que reúne um pouco da história de Teresina na área considerada o berço da capital, a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Amparo, passando pelo Shopping da Cidade, construção recente que abriga boxes de vendas de produtos que vão desde roupas até eletrônicos. Confira o mapa completo aqui.

    Papa Francisco prometeu tolerância zero, mas esbarra na resistência da Cúria Manifestante protesta em Santiago contra a visita do Papa Francisco ao Chile Eitan Abramovich/AFP Um novo relatório estarrecedor revela mil vítimas de abusos sexuais, ao longo de sete décadas em seis das oito dioceses da Pensilvânia. E também consolida a eficiência de uma máquina pilotada pela Igreja Católica para acobertar crimes de padres pedófilos e ajudá-los a escapar da punição. Escândalos envolvendo autoridades religiosas proliferam com a magnitude de uma epidemia e são o maior desafio ao Pontificado de Francisco. Minam a influência da Igreja na liderança de mais de 1 bilhão de fiéis e pressionam o Papa a ser mais rigoroso do que seus antecessores no combate desses crimes. Mas, apesar da sua promessa de tolerância zero, ao ser eleito, há cinco anos, os progressos têm sido lentos. As investigações raramente saem da esfera do Vaticano. O próprio Papa admitiu que a Igreja está atrasada. “Chegamos tarde na consciência destes problemas”, reconheceu, no fim do ano passado, aos membros da comissão do Vaticano que lida com abusos sexuais. Francisco já ouviu vítimas, mas se depara com resistências dentro da Cúria. Estima-se que um terço do Conselho dos Cardeais esteja contaminada pelos escândalos. Em 2015, ele aprovou a criação de um tribunal para examinar casos de religiosos acusados de omissão e de ocultar crimes. A proposta, contudo, esbarrou na Congregação para a Doutrina da Fé e não se concretizou. Até agora, a punição para sacerdotes e autoridades do Vaticano que molestaram crianças e jovens tem sido apenas o afastamento de suas funções. Foi assim com Theodore McCarrick, o influente ex-arcebispo de Washington, que renunciou recentemente como cardeal, acusado de abusar de meninos por mais de 50 anos. Durante uma visita ao Chile, onde a cúpula da Igreja é acusada de negligenciar abusos, Francisco defendeu o bispo Juan Barros, que ele próprio nomeara, em 2015. Acabou forçado a voltar atrás, a pedir desculpas e a aceitar a renúncia do religioso. As dioceses envolvidas em denúncias na Pensilvânia seguiam um manual de conduta para encobrir os crimes: palavras como violação e estupro nunca eram mencionadas; a licença médica era a desculpa para afastar um padre predador; a polícia deveria ser mantida longe das paróquias; e as vítimas tinham asseguradas moradia e despesas. Assim, segundo o promotor Josh Shapiro, o principal objetivo não era ajudar as vítimas, mas evitar o escândalo. Com isso, a maioria dos crimes prescreveu. Enquanto perpetuar a cultura do silêncio e da impunidade, Francisco estará de mãos atadas, incapaz de evitar a repetição dos crimes. Sandra Cohen Arte/G1

    Duas unidades, uma em cada município, estão nessa situação. Em Santa Bárbara, imóvel é alvo de vandalismo. Região tem prédios de Unidades de Pronto Atendimento ociosas; moradores cobram uma solução Unidades de Pronto Atendimento (UPA) que já deveriam estar em funcionamento seguem de portas fechadas em duas cidades da região. Em Santa Bárbara d’Oeste (SP), a obra no bairro Santa Rita deveria ter sido entregue em 2012, mas nunca foi concluída. Já em Limeira (SP), a falta de verba para compra de equipamentos também impede que a unidade do Parque Residencial Abílio Pedro seja inaugurada. O prédio em Santa Bárbara d'Oeste foi construído num grande terreno e custou mais de R$ 2 milhões, mas não chegou a ser concluído. Além da falta de atendimento, o abandono traz consequências negativas, pois o investimento começou a se perder: janelas e portas foram arrancadas, vidros, cubas e bancadas de mármore, quebrados. Segundo moradores, o local está sendo usado para consumo de drogas. Quem deveria se beneficiar sente até medo de passar perto da obra. É o caso do torneiro Ari Crispi. "Aqui é perigoso, à noite eu nem passo por aqui", afirma. Unidade de Pronto Atendimento de Santa Bárbara d'Oeste virou alvo de vandalismo Reprodução/EPTV "É muito ridículo porque tem que inaugurar, não fazer e larga. O dinheiro está jogado fora", comenta a dona de casa Maria Barbosa. A prefeitura diz que houve problemas de execução da obra e também falta de recursos para custear equipamentos e contratação de funcionários. A administração municipal afirmou que está em conversa com o Ministério da Saúde para colocar o espaço em funcionamento, mas ainda não existe prazo. Sobre o vandalismo no local, a informação é que o patrulhamento da guarda vai ser intensificado. Vidros de janelas, além de portas e os banheiros da Unidade de Pronto Atendimento de Santa Bárbara foram destruídos Reprodução/EPTV Limeira A situação se repete em Limeira. Cerca de 300 mil pessoas seriam beneficiadas com a UPA do Parque Residencial Abílio Pedro se ela já estivesse funcionando. O prédio está novo, todo pintado, e 90% dos móveis foram comprados. O local tem até segurança na porta para preservar o patrimônio, mas faltam equipamentos e funcionários para trabalhar na unidade. UPA em Limeira está pronta, mas não abre para atendimento Reprodução/EPTV "Se funcionasse seria bom porque as pessoas depende disso, 'né'?", lamenta um morador do bairro. Segundo ele, com a falta da unidade, a população procura os hospitais para atendimento. "Sem funcionar e nós precisando de médico, olha a situação", reclama outra moradora. A obra teve investimento de R$ 2,6 milhões, sendo R$ 2,2 milhões do Ministério da Saúde e R$ 494 mil de contrapartida do município. As obras da UPA começaram em 2015, mas em 2016 ficaram um ano paradas e foram retomadas em 2017. A Prefeitura de Limeira afirmou que estuda medidas para o funcionamento da UPA, que requer equipes de médicos e enfermeiros, com investimento de mais de R$ 1 milhão por mês para manter a estrutura. Prédio de UPA em Limeira tem até um segurança, mas faltam funcionários e a população reclama Reprodução/EPTV Fiscalização Os municípios investiram na construção das UPAs, mas a maior parte do dinheiro veio do Ministério da Saúde. Os tribunais de conta da União e do estado tem o dever de fiscalizar a aplicação destes recursos, afirma o advogado especialista em direito público, Paulo Braga. "O serviço de saúde, além de contínuo, tem que ser ininterrupto e de forma suficiente. Quando o gestor público se afasta dessas regras e o tribunal de contas percebe isso, o tribunal de contas tem o dever de aplicar as sanções previstas na lei, que vai desde multa até mesmo a obrigação de devolver a verba pública que foi gasta de forma incorreta". Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
    Conflito aconteceu durante operação para prender suspeitos de praticar assaltos em Lagoa de Itaenga. Um homem morreu e quatro pessoas foram detidas pela polícia durante uma operação para prender suspeitos de praticarem assaltos no município de Lagoa de Itaenga, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. De acordo com a Polícia Militar, a ação foi desencadeada nesta quinta-feira (16) e duas das pessoas capturadas são menores de idade. Durante a operação, houve troca de tiros entre os suspeitos e os policiais, o que resultou na morte de um dos homens. Com os suspeitos de praticar os assaltos, a polícia apreendeu cinco celulares, um revólver calibre 38 com seis munições, sendo três intactas e as outras, deflagradas e dois cartuchos intactos de espingarda. Também foram encontrados uma touca balaclava e um facão, além de 20 pacotes de maconha, quatro papelotes da mesma droga e uma muda da planta entorpecente. As pessoas e o material apreendidos foram encaminhados à Polícia Civil. O G1 entrou em contato com a corporação e aguarda retorno.

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    Situação foi constatada durante ação da Polícia Civil e Ministério Público para prender membros de quadrilha de tráfico de drogas que atua em cinco cidades do Sul do Rio de Janeiro Moradores de algumas áreas onde aconteceu a Operação “Horse”, realizada nesta quinta-feira (16) para combater o tráfico de drogas no Sul do RJ, estavam sendo expulsos de casa por traficantes. Foi o que apontaram o delegado de Barra Mansa, Ronaldo Brito, e o promotor de Justiça, Gustavo Narcarath, em entrevista ao RJTV. “Hoje a gente tem notado uma diferença de que o tráfico tem expulsado moradores de algumas regiões. Hoje, inclusive, a polícia atuou num bairro de Volta Redonda, no Roma, em que a gente tem percebido a situação de moradores de condomínios serem expulsos da localidade para que o tráfico tome conta”, relatou o promotor de Justiça, Gustavo Narcarath. Segundo Ronaldo Brito, durante as diligências em apartamentos do bairro Roma, os policiais prenderam em flagrante suspeitos de tráfico que ocupavam imóveis em nomes de outras pessoas. O que, para a polícia, evidencia a expulsão dos moradores por parte dos bandidos. “Nós fizemos operações no bairro Roma que é um bairro que tem sofrido, os moradores têm sofrido em seus imóveis para que traficantes coloquem outros traficantes na localidade. Lá foram realizadas duas prisões em flagrante, de pessoas com drogas dentro desses apartamentos. Constatamos que essas pessoas que estavam dentro desses apartamentos não eram os verdadeiros proprietários, ou seja, confirmou-se que eles haviam expulsado os verdadeiros proprietários do imóvel. E a resposta da polícia tem que ser essa. A gente [agindo] sempre de forma conjugada, em conjunto com o Ministério Público, com o Judiciário, com o apoio da Polícia Militar, da Guarda Municipal pra concluir a operação com esse êxito que teve hoje”, disse o delegado da 90ª DP (Barra Mansa), Ronaldo Brito. Operação combate o tráfico de drogas em cidades do Sul do Rio de Janeiro Anderson Sobrinho/TV Rio Sul A Operação “Horse” (cavalo, em inglês) começou na manhã desta quinta-feira (16) no Sul do Rio de Janeiro. A ação foi desencadeada por volta de 5h e acontece simultaneamente em cinco cidades da região: Barra Mansa, Barra do Piraí, Pinheiral, Valença e Volta Redonda. Até a publicação desta reportagem, 59 pessoas haviam sido presas só nesta quinta. Segundo a Polícia Civil, os presos foram levados para o Parque da Cidade, em Barra Mansa. O objetivo é cumprir 72 mandados de prisão preventiva e 122 de busca e apreensão. A ação foi realizada pelo Ministério Público do Rio, através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em parceria com Polícia Civil, e contou com 258 agentes e 90 viaturas policiais. Operação combate o tráfico de drogas em cidades do Sul do Rio de Janeiro Anderson Sobrinho/TV Rio Sul Investigações começaram há mais de um ano As investigações da operação "Horse" começaram há cerca de um ano e dois meses. Ainda de acordo com a Polícia Civil, durante esse tempo, foram realizadas 15 prisões em flagrante e solucionados três homicídios. Quase todos os suspeitos investigados são das três cidades da região (a maioria de Barra Mansa). "O monitoramento das comunicações telefônicas com autorização judicial permitiu evidenciar a estrutura de uma sólida associação dedicada ao tráfico de drogas [...] Por conta da complexa estrutura e elevado número de denunciados, a investigação foi dividida em três núcleos de denunciados: o primeiro relativo à origem da droga; o segundo tem por base os traficantes receptores de drogas; e a terceira investigação tratou do tráfico em algumas localidades específicas. Para se ter uma ideia da área abrangida, os denunciados dominavam o tráfico em pelo menos dez bairros de Barra Mansa (Ano Bom, Loteamento, São Luiz, Vila Delgado, Eduardo Junqueira, Jardim América, Nova Independência, Monte Cristo, Goiabal e Vila Brígida) e quatro em Volta Redonda (Candelária, Vila Rica, Belo Horizonte e Três Poços), além de localidades em Pinheiral e Valença", informa a nota do MPRJ. Apenas um dos investigados é de fora do estado: o fornecedor da quadrilha, que é de São Paulo. Ao longo desse um ano e dois meses, foram identificados 134 membros da organização criminosa, mas já 12 morreram. Por isso, 122 suspeitos foram denunciados. "A operação desta quinta-feira é um desmembramento da Operação Adren, que resultou na condenação de diversos criminosos nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais", conclui a nota.